terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Portugal e a Lei de Murphy



"Se em qualquer momento, alguma coisa tiver a mais remota possibilidade de dar errado, é certo que dará mesmo. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.".

Vem esta referência ao caso pelas seguintes notícias que li na imprensa portuguesa e internacional.
Segundo rezam as crónicas, dois dos três elementos dos PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha (Spain) intervencionados pelas troikas e afins vão assistir ao ressurgimento da sua economia, enquanto um terceiro elemento, Portugal, pois claro, irá continuar com uma economia anémica.
A “desgraçada” Grécia e a “boa aluna” Irlanda, dão sinais de recuperação na economia, por mais circunstanciais que sejam.
Enquanto isso, assistimos a mais um downgrade do rating da divida portuguesa. Estamos num ciclo recessivo ao qual não vemos saída. Na “economia real”, as empresas vivem com o garrote no pescoço, as famílias já não aguentam mais cortes e apertos de cinto e o estado social avança a passos largos para a “implosão” e com isso deixar ao abandono os mais desprotegidos e necessitados.
É como diz o outro:" isto tem tudo para correr mal

Esperemos que o outro esteja errado…


Sabem quem sou,

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